quarta-feira, 17 de junho de 2009

FAÇA VOCÊ MESMO A CADEIRA DE RODAS PARA SEU CÃO

http://www.geocities.com/cadeiraderodasparacaes

sábado, 2 de maio de 2009

Tumor venéreo transmissível ou Sarcoma de Sticker

O que é?

É uma neoplasia ( câncer ) que normalmente ocorre em cães adultos. Muito comum em países de clima tropical e subtropical como o Brasil.



Qual a etiologia (causa) e incidência?

As células do tumor, que são mutadas, são esfoliadas e transplantadas de animal para animal. Não se sabe ainda o porquê ocorre está mutação celular.



Ocorre com maior freqüência em animais em idade adulta, sendo as fêmeas mais afetadas que os machos. O grupo de maior risco se compõe dos cães errantes.



Como é transmitido?

Na maioria dos casos é transmitido via contato sexual (cruzamento). Outras formas de transmissão são relativas ao comportamento social dos cães como, farejar e lamber a área genital e até mesmo por ferimentos causados por mordidas. A transmissão é feita na forma de transplante das células neoplásicas (cancerosas) do animal doente para o são.



Onde ele se localiza?

Por ser sexualmente transmissível, principalmente, se localiza nas mucosas vaginal (fêmeas), prepucial e peniana (machos). Em alguns casos raros, pode ocorrer a metástase nas narinas, cérebro e outros órgãos.





Tumor venéreo transmissivel em pênis de cão





Quais os sintomas principais?

Presença de tumores na vagina, pênis ou prepúcio. Com aparecimento de secreção sero-sanguinolenta pela vagina ou pênis. No início aparecem nódulos avermelhados pequenos (1 a 3 cm) e depois se desenvolvem em massas tumorais de até 10 cm de diâmetro. Pode ocorrer re-infecção.



Como tratar?

Pode-se utilizar a retirada cirúrgica, a quimioterapia ou a radioterapia. Destes tratamentos a quimioterapia é o que produz resultados mais satisfatórios. A quimioterapia deve ser acompanhada de exames clínicos e complementares (hemograma).



Se o cão sofrer de alguma alteração sanguínea concomitantemente com o tumor, poderá ocorrer hemorragia profusa. Muitas vezes podem ocorrer alterações na forma ou até mesmo obstrução da vagina nas fêmeas e fimose em machos.



Como prevenir esse tipo de doença?

A melhor prevenção para o TVT é não deixar os cães cruzarem sem um controle criterioso, uma vez que a transmissão se dá via contato sexual. Procure sempre saber das condições de saúde tanto do macho como da fêmea escolhidos para o cruzamento.



Outro fator importante é não permitir que os cães saiam livremente pela rua, porque em um destes passeios ele poderá cruzar, sem mesmo o dono saber, e contrair a doença. Uma vez diagnosticado o TVT os cães devem ser afastados da reprodução até a remissão total dos sintomas.





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Nota do HV SOS ANIMAL:



Notando alguns dos sinais expostos acima procure um dos nossos veterinarios que estão preparados para orientá-lo no diagnostico e no tratamento mais adequado para cada caso.

Fonte: Profa. Dra. Silvia E. Crusco
http://www.sosanimal.com.br/verartigo.php?id=82

SERÁ QUE SEU CÃO SOFRE INFLUÊNCIA DOS SIGNOS ASTRO??

Os signos de elemento Fogo formam um grupo ativo, entusiasmado, com um certo brio e imponência não encontrados em outro elemento.

Os signos de elemento Terra tendem a ser mais estáveis e interessados em fazer suas tarefas certas desde a primeira vez. Sobressaem-se no aspecto da obediência.

Os signos de elemento Ar tendem a conflitos e nervosismo como os de elemento Água. São amigos afáveis e adoram atividades e viagens.

Os signos de elemento Água devem ser manejados com muita gentileza pois estão entre os mais dóceis e leais e necessitam de você mais do que você pensa.


PERSONALIDADE DE CADA SIGNO:

Áries - elemento Fogo
Sempre em disputas, perde a cabeça facilmente. Não é tímido nem retraido e sim bravo, nobre e determinado. Se não for treinado adequadamente, leva a família por diante

Touro - elemento Terra
Gosta de estar ao ar livre, de boas comidas e bastante exercício. É obediente, pois tem amor à perfeição. Pode ser obstinado.

Gêmeos - elemento Ar
Sempre está trocando de humor e pode ser muito nervoso. Seu treinamento deve ser feito com carinho e amizade. Gosta de festas, viagens e companhia. A vida com monotonia não serve para ele.

Câncer - elemento Água
Embora amante da paz, ele luta com ferocidade por sua casa e mestre. É muito leal. Muito descuidado e instável influencia-se com mestres grosseiros e neuróticos.

Leão - elemento Fogo
Gosta de se mostrar, porte majestoso. Adora ser admirado e é muito leal. No treinamento precisa de elogios e carinhos.

Virgem - elemento Terra
Adora perfeição. Adora fazer as tarefas exatamente do jeito que devem ser feitas. Quando filhote, absorve os ensinamentos . Nunca demonstre muita compaixão a um virginiano adoentado, pois ele se julgará bem mais doente do que está.

Libra - elemento Ar
Aceita melhor o treinamento em lições curtas ou pode perder o interesse. Seja gentil durante o treinamento senão ele perderá a compostura. É afetuoso e sociável.

Escorpião - elemento Água
É ativo, dominador e pode ser muito ciumento. Não estimule seu ciume. O treinamento deve ser calmo e gentil.
Sagitário - elemento Fogo
É atraído por jogos de argola e atividades excitantes. Adora bons amigos e festas.

Capricórneo - elemento Terra
Adora grandes espaços. Se resguardado quando filhote, tende a viver por muitos anos. Salienta-se como rastreador de coisas ou pessoas.

Aquário - elemento Ar
Amizade é a marca registrada deste signo. Gosta de harmonia e bons amigos. Em treinamento, somente aprenderá com elogios.

Peixes - elemento Água
É o mais sensível de todos. Gosta de estar em atmosferas calmas e agradáveis. Treine-o sem assusta-lo. Pode tornar-se indolente e tendem a engordar.

COMO ADMINISTRAR COMPRIMIDOS A SEU GATO!!!!

1-Peça para alguém segurar as patas dianteiras e o peito do seu gato por trás, de forma que você fique livre para fazer o resto. Se vocês estiverem com dificuldades, enrole um cobertor ou toalha em volta do gato.

2-Coloque sua mão por cima da cabeça do gato, evitando sua mandíbula. Levante a cabeça até que o nariz do animal esteja apontando para o teto. Quando a boca se abrir, use a outra mão para segurar o comprimido e pressionar para baixo a mandíbula. Empurre o comprimido o mais fundo possível sobre a língua.

3-Feche a boca do animal, certificando se de que o seu auxiliar continua segurando firmemente o animal. Esfregue um pouco o nariz do gato. Isto o estimulará a lamber o nariz, obrigando-o a engolir o comprimido. Lembre-se de sempre fazer muito carinho após este procedimento.

Evite medicamentos da linha humana. Alguns medicamentos como ibuprofen, aspirina e acetaminofen podem causar sérios efeitos colaterais ou mesmo serem fatais.

Siga sempre exatamente as doses e tempo de tratamento recomendado por seu médico veterinário, mesmo que o seu animal tenha se recuperado muito rapidamente. Parar por conta própria a medicação antes do tempo previsto aumenta a possibilidade de recaídas e pode diminuir a eficiência da medicação.

Quanto mais rápido você completar os procedimentos acima, melhor.

Comprimidos recobertos são de mais fácil deglutição e não dissolvem tão facilmente, o que é importante caso você necessite tentar mais de uma vez.

Se você não conseguir fazer o animal engolir o comprimido, tente disfarçá-lo com algum alimento que o seu animal goste muito.(pergunte antes ao seu médico veterinário, pois alguns medicamentos não devem ser administrados com comida).
Fonte: http://www.veterinariaonline.com.br

DICAS DE NOMES PARA SEU PET

A Agatha, Aguia, Akira, Aladim, Alcapone, Alf, Allysson, Alpha, Andy, Angel, Anny, Antares, Anubis, Anuska, Apache, Apolo, Aramis, Argos, Argus, Aron, Artêmis, Aruk, Arusca, Astor, Astra, Atena, Atenas, Athila, Athos, Axel, Aya.

B Babalu Babucha Baby Bacco Bacon Bali Baloo Balu Bambam Bambi Bandit Banzé Barbie Barney Bart Baruk Basko Batata Benji Benson Bernardo Berry Best Bia Bianca Biba Bidu Bill Billy Bilu Bimbo Bingo Bionda Biruta Biscuí Blanch Blenda Bob Bobby Boby Bogus Bolinha Bolota Boneca Bongo Bonny Boomer Bóris Boss Boy Bradock Branca Branco Brenda Brida Brigite Brisa Bruce Brussi Bryan Buba Bubaloo Bud Buffy Buggy Bunny

C Cacau Caco Café Candy Capitu Carol Cassius Catarina Catita Catito Cebolinha Ceci César Chaplin Charles Charlie Cherry Cheyenne Chiclete Chico Chiquinha Chiquita Chocotone Chokito Chuca Chucky Chumbinho Chuvisco Cindy Clara Coca Cocada Colosso Cometa Conan Costelinha Cowboy

D Dallas Dandy Danger Danny Dara Darling Darwim Dasha Debby Dedé Dexter Diana Dick Digo Dina Dinamite Dingo Dolly Doris Dotty Draco Duck Dudinha Dudu Dunga Duqueza

E Ed Eddie Eloy Elvis Emma Enzo Espoleta Etti Eva Evelyn

F Fadinha Fafá Fanny Feijão Felix Fênix Fifinha Filó Fininha Fink Flag Flash Flexa Flofy Floquinho Florinda Fofão Foquinha Frajola Francis Franz Fred Freddy Frida Fritz

G Gaby Galileu Garfield Gatão Gi Giga Ginger Gisela Golias Gorda Gordo Grace Greco Gretha Guerra Guerreiro Guga

H Habiba Haiat Half Hammer Hana Hans Happy Haven Hebe Hebert Helena Helga Hera Hilary Hinna Honey Hook Host Huck Hugo

I Igor Inês Ingrid Iris Isabela Isis Isolda Iuli Iury Ivan Iza

J Jack Jady Jaffar Janjão Janne Jasmim Jason Java Jedi Jerry Jessie Jimmy Joca Joe Johnny Jr Juju Jujuba Jully Juquinha

K Kadu Kafú Kaiser Kako Kallinda Kauê Kay Kelly Kevin Kika Kiko Killer Kim Kimberly Kinder King Kirk Klynger Kyara

L Lady Laika Laila Lala Lana Lassie Leka Leo Lili Lilica Lily Linda Lion Lisa Lobo Logan Lohan Lorayne Lord Luana Luar Luau Luck Lucy Ludovico Ludy Luke Lully Lulu Luma Luna

M Mack Mackenzie Madonna Magali Magoo Malu Mamute Marcel Margot Marrom Mascote Max Meg Mel Merry Mickey Mike Mille Mina Minie Minuxa Miuka Miuxa Molly Mony Moon

N Nanico Nanny Napoleão Natasha Negão Nego Nero Nescau Nestor Neve Nick Nicole Nicoly Nikita Nina Nino Noel Nully Nuno

O Odin Okla Oliver Olívia Orca Orpheu Oscar Osiris Otto Ozzy

P Pajé Paloma Panda Pandora Pantera Paquita Patty Pedrita Pelé Penélope Penny Pepeu Perycles Peter Pierre Pingo Pink Pipoca Pirata Pitoco Pluto Pompom Pongo Popeye Popó Porsche Potter Preta Preto Puff Puppy

Q Quanno, Quanty, Quartzo, Queen, Quicky

R Radar Raicow Raoni Raul Ray Rayka Rei Rex Richard Rick Rin Tin Tin Ringo Robin Ruffus Russo Rusty

S Sabrina Sacha Saddam Sally Samantha Samy Sandy Sansão Sarah Satã Saymon Scar Scarlett Scary Scott Sebastian Shadow Shake Shana Sharon Shenna Sherlock Sherry Shiva Shivan Silverado Simbad Sivuca Skip Slash Slink Slot Smart Sniff Snoopy Snow Sombra Sophia Sparky Spike Sultão Sushi

T Tainá Talita Tambor Tango Tasha Tatty Tauleique Taurus Taysom Teco Teddy Teka Tekila Tequila Terry Thabata Thor Tiazinha Tico Tieta Tigger Tobby Tobias Toddy Toffy Tommy Toro Totó Tubarão Tucho Tupã Turco Turquesa Tutti Tutty Tutu Typpi Tyson

U Ulisses Ulla Ully Uriel Ursinho Urso

V Vadão Vany Vavá Venus Veruska Vick Vida Viking Vivi Vulcano

W Wendy, White, Whoopy, Willy, Wine, Winnie, Wild

X Xereta, Xerife, Xika, Xodó

Y Yago, Yana, Yankee, Yuri

Z Zaira Zazá Zeca Zefa Zelda Zero Zetti Zeus Zezinho Zico Zizi Zork Zorro Zulu


Fonte: Site: www.sosanimal.com.br

catarata

O que é uma catarata ?
Como uma câmera, os olhos têm uma lente(cristalino) dentro deles que é usada para foco. Uma catarata é qualquer opacidade do cristalino. A opacidade pode ser muito pequena (catarata incipiente) e não interferir com a visão. Ela pode envolver mais o cristalino (catarata imatura) e causar visão embaçada. Eventualmente, toda a lente fica nebulosa, e toda visão funcional se perde. Esta é chamada catarata madura.

O que não é catarata ?
Todos os cães geriátricos desenvolvem um endurecimento da lente (Esclerose Nuclear) que leva o cristalino a ter uma aparência acinzentada.Isto geralmente não interfere com a visão.

Por que meu cão desenvolveu uma Catarata?
A maioria das cataratas em cães é herdada. A catarata pode se desenvolver rapidamente em semanas, ou lentamente através dos anos, em um ou ambos os olhos.
Como os humanos, cães também desenvolvem cataratas com a idade (freqüentemente após oito anos de vida).
Cataratas também podem se desenvolver em cães com diabete mellitus ou em filhotes órfãos em uma dieta de substituto artificial de leite.

Como as Cataratas são tratadas?
Uma vez que a lente desenvolveu uma catarata, não há método conhecido de tornar a lente clara novamente. Cataratas maduras e imaturas podem ser tratadas cirurgicamente com sua remoção.
Os procedimentos e o equipamento usados para remover cataratas em cães são os mesmos usados em humanos. Através de uma pequena incisão, realiza-se a cirurgia.A técnica usada é a de facoemulsificação, onde uma sonda especial emulsifica ultra-sonicamente e remove a catarata. Depois que toda a lente é removida, uma lente artificial é aplicada no saco capsular, chamada lente intraocular. A cirurgia é realizada com microscópio de micro-cirurgia. Não realizamos a cirurgia em ambos os olhos ao mesmo tempo.

Após cirurgia de catarata, os cães vêem quase normalmente, dependendo se é aplicada a lente intra-ocular ou não. Após a cirurgia, as cataratas não voltam. No entanto, alguns cães podem ter uma menor visão alguns anos após a cirurgia devido à mal-formação do tecido de cicatrização, glaucoma ou desligamento retinal. Em alguns casos, a colocação de uma lente intraocular não é possível. Estes cães ainda vêem melhor, mas são mais hipermetropes e os objetos ficam fora de foco, no entanto, não se batem nos obstáculos. A córnea faz dois terços do foco do olho, então a visão ainda estará presente, mas não perfeita se a lente (que faz um terço do foco) não pode ser aplicada.

Por que cirurgia de Catarata é tão cara?
A cirurgia de catarata é onerosa porque requer equipamento e treinamento especializado. Os instrumentos usados para cirurgia de catarata em cães são os mesmos usados em cirurgia de catarata em humanos. Além do mais, você está pagando pelo treinamento avançado de um oftalmologista veterinário.

E se a cirurgia de Catarata não é realizada?
Cataratas maduras e imaturas causam uma inflamação reativa séria dentro do olho (Uveíte facolitica) que deve ser tratada com medicamentos, se a cirurgia for realizada ou não. Cirurgia de catarata é um procedimento eletivo. Se não for realizada, colírios antiinflamatórios serão necessários para o resto da vida, assim como reconsultas oculares periódicas.A uveite facolitica pode levar a complicações como glaucoma ou retina desligada, além de diminuir a chance de sucesso na cirurgia de catarata. Há uma época melhor para realizar a cirurgia. Quanto mais cedo a catarata puder ser removida, melhor.
O que está envolvido em realizar cirurgia de Catarata em meu cão?
O primeiro passo é ter seu animal examinado para determinar se é um bom candidato para cirurgia. Se ele “passa” nestes testes, a eletrorretinografia (ERG) é marcada como procedimento. Ela é realizada sob anestesia geral. O teste de ERG avalia a função retinal, já que é vital que a retina esteja funcional para se realizar a cirurgia de catarata. Algumas vezes a ultra-sonografia do olho também é realizada.Se seu animal “passa” pelo teste de ERG, a cirurgia pode ser marcada.
( Imagem de um exame ERG onde paciente apresenta boa visão) Os olhos precisam de dois dias de medicação pré-operatoria imediatamente antes da cirurgia. No dia da cirurgia seu animal precisará chegar na clínica na hora marcada para receber tratamento ocular intensivo antes da cirurgia. A cirurgia é realizada e seu animal vai para casa no mesmo dia. Ele não terá curativos no olho. A visão geralmente melhora durante a primeira semana. A maioria dos cães mostra pouca ou nenhuma dor após a cirurgia. Seu animal vai precisar de vários tipos de colírios varias vezes ao dia pelas primeiras duas semanas após a cirurgia. Seu animal DEVE usar um colar elisabetano nas primeiras duas semanas após a cirurgia, para impedir autotrauma aos olhos.

Que riscos estão envolvidos na cirurgia de Catarata?
A cirurgia de catarata é um procedimento de muito sucesso, mas há riscos. As chances de seu animal ter visão melhor após a cirurgia são altas (90%-95%). Mas há 5-10% de chance do seu cão não recuperar uma boa visão devido a complicações, e ele pode ficar permanentemente cego no olho operado.

Fibrose capsular. Todos os cães desenvolvem algum tecido de cicatrização intraocular, que se em excesso, limitará a visão.

Glaucoma. O glaucoma (aumento na pressão ocular) pode ocorrer em cães que fazem cirurgia de catarata, e pode não causar perda completa de visão, mas também requer medicações adicionais. Pode causar perda do olho se não for controlado.

Desligamento retinal. As vezes é possível, e a taxa de sucesso é baixa nesta complicação, que geralmente resulta em perda visual completa.

Infecção Intraocular. É rara, e se não controlada pode causar perda do olho assim como perda visual completa.

Anestesia geral. A segurança na anestesia progrediu tremendamente durante os últimos cinco anos. No entanto, mesmo cães saudáveis PODEM MORRER SOB ANESTESIA GERAL. Nós levamos a anestesia a sério e usamos apenas as últimas e mais seguras medicações. Todos os animais são monitorados extensivamente. Todos os animais recebem anestesia inalatória e monitoramento de sua oxigenação sanguínea, respiração, temperatura e função cardíaca.
Assim, seu animal tem estes riscos se a cirurgia de Catarata for realizada.
Fonte: http://www.clinicalieberknecht.com.br/cataratas.htm

como controlar pulgas

São insetos ectoparasitas hematófagos do homem e de outros animais de sangue quente.As espécies mais importantes são: pulga do homem (Pulex irritans), pulga do gato (Cetenocephalides felis) e a pulga do cachorro (Cetenocephalides canis), sendo o hospedeiro intermediário da lombriga intestinal do cachorro (Dipylidium caninum).A pulga dos ratos (Xenopsylla cheopis) é a mais perigosa para o homem, sendo um dos vetores da peste bubônica ou peste negra.Outra espécie de caráter importante é a pulga da galinha (Echidnophaga gallinacea).font:Bayer


MEDIDAS PREVENTIVAS P/ CONTROLE DE PULGAS
1 - Retirar o acúmulo de poeira e detritos em frestas de assoalho, carpetes, tapetes, etc ...
2 - Manter o assoalho e as junções do rodapé, calafetados e encerados, pois a cera tem efeito desalojante.
3 - Adotar medidas de prevenção e controle de roedores, para evitar instalação por pulgas provenientes dos mesmos.
4 - Cuidar da higiene dos cães, gatos e outros animais domésticos, mantendo sempre limpos seus locais de repouso.fonte: CVS
Passe aspirador todos os dias, ou varra bem a casa inclusive as frestas entre os tacos e rejuntes de pisos. O habitat natural das pulgas são os pêlos e poeira. Após passar o aspirador, esfregue nos pisos, tacos, tapetes e carpetes uma solução de vinagre (misture 1 copo de vinagre para cada litro de água ).O vinagre funciona como esterilizador.


Controle

o controle das pulgas deve sempre ser feito no ambiente e nos animais. Algumas medidas podem ser tomadas para evitar ou até mesmo eliminar a infestação por pulgas numa residência, tais como:
1. Colocar sempre uma toalha limpa onde o animal dorme lavando-a uma vez por semana. Dessa forma, eliminam-se os ovos que são periodicamente depositados sobre o hospedeiro. Se o piso da residência for de tacos ou tábuas, todos os vãos existentes devem ser calafetados, uma vez que podem servir de abrigo.
2. Fazer o uso de aspirador de pó, semanalmente, desta maneira removem-se as formas jovens das pulgas presentes no ambiente. Além disso, o aspirador de pó alcança locais que muitos inseticidas não conseguem atingir. Sempre descartar o filtro do aspirador após a limpeza, uma vez que as larvas das pulgas podem eclodir dos ovos coletados pelo aspirador ou pulgas adultas podem emergir de suas pupas e reinfestar o ambiente.
3. Cortar a grama e limpar quintais e jardins periodicamente para evitar ambientes úmidos e propícios para o desenvolvimento das larvas.
4. Animais que são levados, freqüentemente, para passeios na rua ou parques devem estar sempre protegidos por produtos com efeito residual. Durante esses passeios os animais se reinfestam e é mais fácil evitar a introdução de pulgas na residência do que controlá-las depois de instaladas. Consultar sempre um Médico Veterinário o qual indicará o produto mais adequado a ser utilizado. fonte:www.biologico.sp.gov.br


Infestação - Eliminando pulgas do ambiente
Sugerimos o produto da Bayer: K-Othrine SC 25 comumente à venda em lojas de produtos veterinários.Por experiência própria sabemos que durante as 24 horas seguintes à administração do produto as pulgas ainda reajem, mostrando- se altamente vorazes.Passado este prazo o ambiente fica limpo.É importante também voltar a aplicar o produto em quantidade mais branda 15 dias após a primeira aplicação. É o período quando algumas larvas que não foram afetadas pela química eclodem re-iniciando o ciclo.Com este tratamento feito de forma adequada você se livra das pulgas por um período prolongado.
Lembre-se:
Siga categóricamente as recomendações da bula do fabricante.Lembre-se que qualquer pesticida é tóxico, daí ser importante o uso de máscara protetora durante a aplicação.Este produto só é recomendado para ambientes externos, jardins, garagem, pátios, etc. Não o use para aplicações no interior da casa.
Para eliminar infestações de pulgas no interior de casa ou apartamento recomendamos que contrate emprêsas de dedetização.Elas saberão orientá-lo nas medidas preventivas quanto a toxidez do remédio para sua família e quanto aos produtos mais indicados para as características de sua casa ou apartamento.

Anti Pulgas para caes e gatos
Para espantar as pulgas da cama do seu animal doméstico, forre a cama de seu animal com pétalas de rosa.Ou pingue no corpo do animal um pouco de essência de rosa (compra-se em casa de produto natural).Se o animal for cachorro, banho com sabonete "Phebo" preto 1 vez por semana fazem as pulgas desaperecer.Colocar ramos da erva de Santa Maria também ajuda espantar as pulgas dos lugares onde ficam os animais domésticos (principalmente o cachorro).
http://www.fazfacil.com.br/saude/pulgas.html

segunda-feira, 13 de abril de 2009

ALERGIAS

Porque fazem alergias os nossos animais?

A alergia é uma doença do sistema imunitário, o qual reage anormalmente a determinadas substâncias designadas alergenos. Uma reacção alérgica pode ser causada através da inalação ou da ingestão de alergenos, ou pode ser consequência do contacto directo com o alergeno ao qual o animal é sensível. As alergias têm várias causas, sendo que algumas destas têm origem genética. Os sinais clínicos das alergias ocorrem quando o animal é exposto a uma concentração elevada de alergenos aos quais é sensível. Com exposição contínua a estes alergenos, os animais tendem gradualmente a aumentar a gravidade da sintomatologia.

Mas afinal, a que são alérgicos os nossos animais? A dermatite alérgica à picada da pulga (DAPP) é o problema de pele mais comummente diagnosticado nos cães e gatos que vivem em climas quentes e húmidos ou temperados, como é o caso da Europa Ocidental e Mediterrâneo. Basicamente, refere-se a uma reacção de hipersensibilidade aos alergenos existentes na saliva da pulga. Nas alergias de origem alimentar incluem-se manifestações de hipersensibilidade a um ou mais componentes da dieta. Os alergenos alimentares mais comuns são: componentes da carne bovina, equina, leite e derivados, peixe, alimentos enlatados, etc. As dermatites por contacto alérgico surgem quando o animal é exposto a determinadas substâncias, dependendo o quadro clínico da frequência, duração do contacto, propriedades alergizantes da substância e sensibilidade individual do animal. Sensibilizantes comuns incluem: materiais de limpeza, tintas, plásticos, shampoos, corantes de tecidos, adesivos, etc. Alergenos ambientais (polens, ácaros do pó, fungos) podem conduzir determinados animais mais hipersensíveis a desenvolver um quadro de atopia ou dermatite atópica.

Como se manifestam as alergias?
O sinal mais comum de um quadro alérgico é o prurido (comichão) intenso, irritação da pele e lambedura ou mordedura dos membros ou de outra parte do corpo. Nas áreas mais comummente afectadas, incluem-se: extremidades dos membros, redor dos olhos e boca, orelhas, axilas, virilhas, base da cauda. Num quadro crónico e prolongado, toda a superfície corporal pode surgir afectada e complicada com uma infecção bacteriana secundária.

As alergias podem ser prevenidas?
A maioria das doenças alérgicas têm carácter hereditário, assim sendo, não há forma alguma de preveni-las. As alergias podem ser controladas, mas não prevenidas. O melhor controlo é realizado, quando se consegue evitar a exposição do animal aos alergenos aos quais este é sensível. Por exemplo, se o animal é alérgico à picada da pulga, é importante um controlo de infestação por pulgas. Existem alergenos, tais como fungos, bolores, poléns e ácaros, que são mais difíceis de evitar. Por conseguinte, é importante controlar a alergia do animal com formas alternativas.

Retirado do site do Hospital Veterinário do Porto

ENVENENAMENTO DO ANIMAL POR "CHUMBINHO"

O "chumbinho" é um veneno proibido por não possuir antídoto direto. O animal que ingere chumbinho apresenta salivação, tremor pelo corpo, falta de ar e solta um catarro amarelo claro pelo ânus. Não se deve dar leite ao animal, pois o leite ajuda a expansão do veneno pelo corpo e pode prejudicá-lo mais ainda.O que pode ser feito é dar clara de ovo ou um medicamento a base de carvão ativado chamado Enterex (de uso veterinário). Em seguida, deve-se levar o bichinho com urgência a um veterinário. A grande maioria dos casos pode ser salva desde que o socorro seja rápido.

Fonte: site Pet Feliz

TRANSFUSAO DE SANGUE

"transfusão animal"

Assim como as pessoas, os animais também precisam de transfusão de sangue e ela poderá fazer a diferença entre a vida e a morte dos amigos de quatro patas.
Toda transfusão de sangue ou de seus componentes tem caráter semelhante ao de um transplante. É, geralmente, um procedimento de urgência e não deve ser encarado como um tratamento, mas apenas como medida de suporte a fim de manter a sobrevida até que seja possível o diagnóstico, tratamento e recuperação. Por isso, não se deixe enganar pela impressão de pronta recuperação que o animal poderá apresentar logo após a transfusão. Este estado poderá ser provisório se a causa do problema e suas consequências não foram eliminadas. Após uma tranfusão, deve-se aumentar os cuidados e a observação pois, como um transplante, podem ocorrer reações e "rejeições".

IMPORTANTE:
No caso dos cães, a primeira transfusão é relativamente segura pois o animal nunca entrou em contato com sangue diferente do seu e até então não produziu células de defesa; já nos gatos, precisamos ter cuidados redobrados pois estes possuem células de defesa, mesmo sem nunca terem sido transfundidos.

INDICAÇÕES DA TRANSFUSÃO
A maior parte dos casos que exigem transfusões são sérios, de surgimento repentino e inesperado e apenas o clínico, à luz dos dados clínicos e laboratoriais, poderá tomar a decisão por esta escolha, já que existem riscos graves associados. A maioria dos casos de transfusão estão associados a anemia crítica ou perdas sanguíneas, por problemas hepáticos ou renais, infecções por parasitas do sangue (babesiose, ehrlichiose, haemobartonelose), intestinais (verminoses ou protozooses) ou mesmo parasitas externos (pulgas e carrapatos), deficiências alimentares, acidentes, intoxicações e até grandes cirurgias.

Característica para ser um doador
Os cães que se tornam doadores devem ser vacinados anualmente contra raiva, cinomose, hepatite infecciosa, leptospirose, parvovirose e coronavirose. Antes de iniciar o processo de doação sanguínea, cada animal é submetido a testes de controle de hematócrito e jamais devem ter contato com carrapatos. Os gatos devem ser vacinados anualmente contra a raiva, rinotraqueíte, calicinose e panleucopenia felina, e demais testes que comprovem a situação de doador.
Os cães devem ter peso mínimo de 25 quilos. Machos ou fêmeas, esses animais não podem ter histórico de doenças graves e nem terem recebido transfusões anteriores. O volume máximo de sangue é de até 15 ml por quilo de peso num período de 30 dias. Para os gatos, o peso mínimo é de quatro quilos e a situação é similar, sendo que o volume máximo de sangue é de até 12 ml por quilo de peso num período de 40 dias.
http://www.atitudefm.com.br/noticias.asp?co_noticias=444
Fonte de pesquisa: sites: vida de cão; saúde animal e ana maria

DOENÇAS CARDÍACAS DOS NOSSOS CÃES

Retirado do site do Hospital Veterinário do Porto

As doenças cardíacas são cada vez mais comuns nos cães. Isto ocorre porque a sua esperança média de vida tem vindo a aumentar nos últimos anos, em grande parte devido aos melhores e mais atentos cuidados veterinários prestados nos nossos dias. Alguns defeitos cardíacos estão presentes desde o nascimento (defeitos cardíacos congénitos) mas apenas causam sintomas quando o animal envelhece e o seu coração começa a ficar mais fraco.

Como é que o coração trabalha?
O coração dos nossos animais de estimação é, tal como o nosso, uma bomba muscular com quatro compartimentos separados. A parte direita do coração envia sangue para os pulmões onde este recebe oxigénio enquanto a parte esquerda bombeia o sangue para o resto do corpo. As quatro áreas do coração são separadas por válvulas que asseguram que o sangue corra sempre na direcção correcta.

O que é uma doença cardíaca?
As doenças cardíacas em cães idosos são geralmente causadas por alterações nas válvulas cardíacas ou por alterações no musculo cardíaco. Algumas raças de cães são mais predispostas a determinados problemas cardíacos que outras. Nos humanos, as doenças cardíacas são geralmente provocadas por lesões no músculo cardíaco causadas por coágulos sanguíneos (enfarte do miocárdio). Esta lesão cardíaca não acontece nos cães. As duas doenças cardíacas mais comuns nos cães adultos são:

- Insuficiência Valvular: Esta doença é particularmente comum em Caniches, Yorkshire Terriers, Cavalier King Charles Spaniels, etc. À medida que o cão envelhece as suas válvulas ficam cada vez mais permeáveis e, em vez de fecharem eficazmente cada vez que o coração bombeia, elas permitem um movimento de sangue inverso ao normal, resultando assim num diminuição do sangue que vai ser distribuído pelo organismo.

- Cardiomiopatia Dilatada: Este problema cardíaco é mais comum em cães de raças grandes como os Doberman, Dog Alemão, Cães da Terra Nova, Irish Wolfhound e Cães da Serra da Estrela. Esta doença causa o adelgaçamento das paredes cardíacas de tal maneira que o coração incha (semelhante a um balão com agua). As contracções do músculo cardíaco ficam muito fracas fazendo com que o sangue não seja bombeado eficazmente.

Quais são os sintomas de doença cardíaca?
Os sintomas de doença cardíaca são geralmente muito similares, independentemente da causa. Muitos dos sintomas de um paciente cardíaco podem ser confundidos com o envelhecimento natural de um animal. Apatia e intolerância ao exercício físico são comuns. Cães com doença cardíaca severa podem ter uma redução de apetite, levando mesmo à diminuição de peso que, em muitos casos, pode passar despercebido já que estes animais apresentam uma enorme retenção de líquidos devido aos seus problemas cardíacos. Outros sinais clínicos comuns nestes pacientes são as dificuldades respiratórias e a tosse devido ao aumento de fluidos nos pulmões. Convém ter em conta que estes sinais clínicos são inespecíficos e podem também ser vistos noutras doenças. Por vezes, os cães com problemas cardíacos podem ter desmaios ou mesmo ataques.

Como é que o meu veterinário sabe que o meu cão tem uma doença cardíaca?
Quando nós examinamos o seu animal, usamos um estetoscópio para ouvir o coração do seu cão. Quando uma doença cardíaca está presente, por vezes faz-se acompanhar por uma mudança nos sons cardíacos. O batimento cardíaco pode ser mais rápido (ou eventualmente mais lento) e irregular. Um exame radiográfico pode-nos mostrar que o coração do seu animal está aumentado e a ecografia pode ser usada para verificarmos se o músculo cardíaco e as válvulas cardíacas estão a trabalhar normalmente. Um Electrocardiograma(ECG) regista a actividade eléctrica do coração que faz com que o coração contraia e pode ser usado para verificarmos se o batimento cardíaco é regular ou irregular. Se tiver um cachorrinho, deve fazer-lhe um check-up o mais cedo possível pois, deste modo, poderemos detectar problemas cardíacos congénitos e, se possível, corrigi-los o mais cedo possível antes que apresente sintomatologia. Podem-se tratar problemas cardíacos? Doença cardíaca não significa necessariamente falência cardíaca. Muitos animais com problemas cardíacos não apresentam sintomatologia e são capazes de viver vidas normais sem necessitarem de medicação. Contudo, a maior parte dos pacientes cardíacos tendem a piorar depois dos primeiros sintomas, necessitando de tratamento para o resto da vida do animal.

Como é que se tratam os problemas cardíacos?
Numa fase precoce da doença cardíaca pode ainda não haver sintomatologia associada e o seu animal necessita apenas de visitas regulares ao veterinário de maneira a que o possamos seguir rigorosa e cuidadosamente. Se os sinais clínicos aparecerem, estes podem ser tratados. Contudo, convêm ter em mente que a doença vai efectivamente piorar e que o tratamento vai apenas atrasar a progressão da doença. O tratamento é composto por: - Mudanças do estilo de vida do animal; (ex: mais exercício controlado) - Medicamentos que melhorem o batimento cardíaco ou que mudem a frequência cardíaca; - Medicamentos que facilitem a eliminação dos líquidos acumulados; - Mudanças dietéticas podem ser necessárias, dependendo do tipo de problema cardíaco do seu animal.

Quanto tempo viverá o meu cão?
Esta é uma questão impossível de responder. Alguns animais com problemas cardíacos podem viver vidas normais sem qualquer tipo de sintomas enquanto outros podem não responder ao tratamento e morrer subitamente. Tudo depende do tipo e severidade da doença cardíaca, tendo em conta que cada caso é único. O aspecto mais importante perante qualquer que seja a doença, é a qualidade de vida que o animal apresenta. Se acha que o seu animal de estimação não se sente bem, ou que o tratamento não o está a ajudar, deverá contactar o seu veterinário para que o aconselhe.

domingo, 22 de março de 2009

leptospirose

Leptospirose
A lepstospirose e enfermidade endemica, bastante comum em épocas de chuvas. É uma doença causada por bactéria, a LEPTOSPIRA ssp, afetando a maior parte dos animais inclusive o homem. É transmitida através da urina, água e alimentos contaminados pelo microorganismo, pela penetração da pele lesada, e pela ingestão. O cão e outros animais como por exemplo rato, bovino e animais silvestres também podem contrair a doença e transmiti-la.
A doença é causada principalmente pela urina que os ratos e os camundongos deixam, de preferência próximo a lugares onde encontram algo para comer: restos de comida de cachorros, lixo, ossos etc.. Um cão que logo pela manhã, no quintal ou no jardim, focinha o rastro de um rato e lambe um pouco da urina do roedor é, na maioria dos casos, condenado.
SINTOMAS NOS ANIMAIS:
Depois de 8-14 dias de contágio, manifesta-se a icterícia, o animal evacua água quase preta, vomita fortemente e morre depois de 3 ou 4 dias. Os primeiros sinais clínicos observados nos animais doentes são anorexia, apatia, vômito e febre evoluindo para anemia, icterícia, poliúria, polidipsia, diarréia, a urina pode apresentar-se com sangue e aparecem erosões (úlceras) na boca ou língua.
PROFILAXIA NOS ANIMAIS:
Para evitar a leptospirose a profilaxia indicada é:
1. a vacinação anual do seu animal de estimação; 2. drenagem de águas paradas; limpeza de terrenos baldios; 3. colocação de cloro na água; 4. desinfecção e limpeza do local eliminando restos de comidas que possam atrair ratos e fechar hemerticamente as latas de lixo caseiro; 5. fechamento de buracos entre telhas, paredes e rodapés; 6. controle de roedores e animais silvestres; 7. isolamento do animal portador, tratamento; e todo material que entrou em contato com o animal deve ser desinfectado ou incinerado. 8. Uso de luva ao lidar com o animal doente.
SINTOMAS NOS HUMANOS:
Período de incubação é de 5 -18 dias. Na primeira semana a pessoa sente febre, cefaléia, mal-estar e prostração, dores difusas, principalmentenas panturrilhas, conjuntivas congestas, às vezes difusões hemorrágicas.O homem infecta-se ao pisar descalço no solo ou fazer uso da água e alimentos contaminados. O número de casos de leptospirose aumenta quando ocorrem enchentes, devido ao fato de que o esgoto pode abrigar animais portadores da doença e eliminá-la pela urina no local, e quando extravasam atingem as pessoas contaminando-as.
PREVENÇÃO NOS HUMANOS:
Evitar contato com águas de enchente, ou utilizar proteção como botas de borrachas em locais alagados;
Proibir pessoas de nadarem ou lavarem roupas em águas suspeitas de contaminação;
Combater roedores, proteger alimentos e água de consumo;
Não utilizar água de poço inundado;
Prevenção em locais de grupos de risco: operários que atuam em limpeza de esgoto, córregos, e demais áreas sujeitas a contaminação, como lavouras irrigadas (arroz), através do uso de botas e luvas;
Lavar e desinfetar a caixa de água, assim como observar a perfeita vedação da mesma.
Diagnóstico - Deve ser laboratorial e o material a ser enviado é o soro.
Tratamento - antibioticoterapia.
Recomendamos, novamente, a vacinação do seu cão, procure seu clínico veterinário de confiança para que se estabeleça um esquema de vacinas que garanta seguridade a você, seus familiares e seu animal.
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA:
- GEARY, Michael - Tudo sobre cães. Círculo do Livro, São Paulo -1978.- GYGAS, Théo - 1000 perguntas 1000 respostas, São Paulo - 1975- Informe Epidemiológico do S.U.S., Fundação Nacional de Saúde, 1996, Brasília.- Publicação da Secretaria Nacional de Ações Básicas de Saúde, Divisão Nacional de Zoonoses, 1987, Brasília.

Lúcia Helena Salvetti De Cicco
Diretora de Conteúdo Editota Chefe

http://www.saudeanimal.com.br/artigo46.htm
ESCOVAR DENTE DE CÃO É FRESCURA?

Não. Claro que não é todo o cão que irá permitir a escovação e nem todo o dono tem tempo ou se dispõe à escovar os dentes de seu animal 3 vezes por semana.
O tártaro acumula nos dentes dos cães da mesma forma que com que se acumula nos nossos. Quando os cães eram animais selvagens e caçavam seus alimentos, eles mastigavam pelos, matéria fibrosa como pulmões e roíam muito osso. Além disso, viviam livres e sem cuidados médicos obedecendo somente às leis da natureza: presa/predador e a lei do mais forte. Ou seja, o tempo médio de vida de um animal era muito menor que hoje e muitos dos problemas ligados ao tempo de vida, como o acúmulo de tártaro em questão aqui, muitas vezes nem chegavam a aparecer. Agora que são animais domésticos, de estimação e possuem donos preocupados com a sua saúde, tornam-se necessários cuidados antes ignorados.
Para retardar o acúmulo de tártaro que irá desenvolver uma série de doenças orais e infecções em outros locais do organismo, a escovação se faz necessária.
Como acostumar seu cão a escovar os dentes em 1 mês:

Semana 1

Procure um local calmo, na sombra e sem maiores distrações para seu cão. Sente-se com seu cão e enquanto fala com ele e faz carinho, passe seu dedo indicador por sua gengiva. Filhotes costumam estranhar mas logo se acostumam. Lembre-se a chave de qualquer treinamento ou condicionamento está em uma só palavra: persistência. Comece com seções breves de 2 minutos 4x/dia por 3 dias e depois aumente o tempo para 5 minutos e continue a agradá-lo com muito carinho e petiscos se ele permitir que vc passe o dedo em sua gengiva e dentes.

Semana 2

Enrole uma gaze no seu dedo e repita o processo para que ele se acostume com a textura estranha. Seções de 5 minutos 2x/dia.

Semana 3

Compre um antisséptico oral que contenha Clorexidine na formulação. O mais indicado para animais é o Periogard da Colgate. Embeba a gaze neste líquido e passe nos dentes do cão logo antes de levá-lo para passear.

A rotina fica assim:
carinho /escovação /carinho /passeio na rua.
Repita isso 2x/dia por uma semana.

Semana 4
Substitua seu dedo e a gaze por uma escova longa de cerdas macias e o Periogard pela pasta de dentes CANINA (nunca use pasta humana pois está é nociva ao estômago dos cães e gatos).
Repita a rotina de carinho escovação carinho passeio na diariamente por uma semana e aos poucos diminua para 3x/semana e forneça biscoitos caninos (máximo de dois) após as refeições do seu animal.

Observações:
Algumas vezes os cães não se acostumam com as escovas, outras os donos não se acostumam em usá-las e preferem manter a "escovação" com a gaze enrolada no dedo. Sem problemas. Só é aconselhado que se alterne o uso do Periogard com a pasta canina pois este antisséptico oral usado à longo prazo pode amarelar os dentes do animal (reversível com a suspensão do uso).

Colaboração da médica veterinária
Dra. Claudia Youle da DentalVet -especializada em tratamentos odontológicos

COMO LEVANTAR ORELHAS DE YORKSHIRE

Com é que faço para levantar a orelha da minha york esta com 58 dias quero aprender colocar a tala na orelha . O que eu tenho que usar para fazer isso . Muito o brigada valeriaAutor(a): Valeria Janaina Jeronimo
esta dica foi retirada do site olivesmount e detalha bem o que você está precisando.
1. Primeiro corte 50 cm de fita crepe (utilizadas para prender frandas de bebês).
2. Segure as duas orelhas por dentro (com um dedo em cada) e coloque-as na posição ereta, sem encostar uma na outra.
3. Coloque a fita primeiro pela frente e depois passe-a por trás.
4. E está pronta. Troque-a se soltar ou se sujar ou acada 3 dias.
em algumas semanas seu filhote ficará com as orelhinhas eretas. O tempo de uso da tala varia conforme a textura de cada orelha. Se o filhote tiver a textura correta das orelhas elas deverão ficar eretas aos 3 ou 4 meses de idade, época em que a cartilagem da orelha do filhote começa a firmar.obs: a tala não funciona em cães adultos de orelhas baixas. Neste caso consulte um veterinário para saber se injeções ajudam.
veja exemplos de talas colocadas erradas
Data: 8/5/2008 11:15:21 Autor(a)Marcia Silvia

http://www.criadoronline.com.br/index/relacionamento/tiraduvidas.asp?pag=50

INFORMAÇÕES BASICAS PARA GATOS

Seja paciente e carinhoso quando seu gato mudar para sua residência, eles demoram alguns dias até se adaptar. Deixe-o em lugar limpo e aquecido, principalmente os filhotes. Elogie sempre seu animal de estimação sempre que ele fizer coisas certas, não dê palmadas nem esfregue seu focinho no chão se ele fizer cocô ou xixi em lugar inaproprIado, limpe e passe desinfetante, assim ele não voltará a fazer neste local (use jornal, pipdog, areia, etc).

HIGIENE

Higiene é saúde. Banhos e escovagem devem fazer parte dos hábitos do seu animal. Para proteger seu animal de maneira adequada consulte regularmente a S.O.S ANIMAL.

Banho - Quando necessário, haja visto que os felinos tem o habito de se limparem. Use sabão neutro ou produtos específicos para gatos.

Olhos e Ouvido - Olhos e ouvidos não devem conter secreções
.
Dentes - Merecem atenção especial. Habitue a examiná-los rotineiramente. Gatos sem dentes não mordem, não mastigam corretamente os alimentos e adoecem. É aconselhável uma avaliação periódica para remover tártaro existente.

PULGAS - CARRAPATOS - PIOLHOS
São ectoparasitas e transmissores de doenças aos animais e aos seus proprietários. Previna-os, existe uma série de produtos com efeito residual que os veterinários da S.O.S. ANIMAL poderão orientá-lo para prevenir ou tratar.

VERMES
São endoparasitas. A melhor maneira de trata-los é identifica-los fazendo periodicamente o exame parasitológico, depois vermifugue. Vide zoonoses no final deste texto.

TABELA PARA O PRIMEIRO ANO PARA GATOS
- Dentes de leite - 2 a 4 semanas
- Dentição permanente - 11- 30 semanas
- Desmame - 7 a 10 semanas
- Controle de Verminose - 4 e 8 semanas (Consulte nossos Veterinários)
- Idade para o acasalamento - 12 meses de idade
- Esterilização da fêmea - se não houver interesse reprodutivo após os 6 meses de idade
- Castração do macho - 12 meses

Algumas doenças em gatos são muito sérias e a única maneira de protege-los é através da vacinação. Os filhotes merecem atenção especial e devem cumprir um esquema de vacinações para uma completa imunidade. A saúde de sua família é muito importante e pode depender da saúde de seu animal. Zele pôr ele.

Vacinas: ESQUEMA UTILIZADO PARA GATOS NA S.O.S. ANIMAL
Idade Vacina
60 dias 1a. dose da TRÍPLICE FELINA (Panleucopenia, Calicivirose e Rinotraqueíte)

90 dias Reforço da TRÍPLICE FELINA
120 dias Reforço da TRÍPLICE FELINA + Anti-rábica

Todos os animais deverão receber reforços anuais da TRÍPLICE FELINA + ANTI- RÁBICA

ALIMENTAÇÃO
Do primeiro ao vigésimo dia de vida o alimento deve ser exclusivamente o leite materno. Após 3 a 4 semanas de idade de leite deixa-se ração disponível para que eles comam o quanto desejarem, até que eles estejam inteiramente demamados (6 a 8 semanas). Após o desmame siga o esquema da tabela abaixo e mantenha sempre água fresca à vontade:

Quanto a quantidade, verificar no pacote de ração. As quantidades reais a serem dadas dependem do nível de atividade, da qualidade da ração e do meio ambiente. Você deve dar a quantidade que mantém o animal em sua melhor forma física.
Para animais castrados e idosos existem programas específicos. Consulte nossos veterinários para esses casos específicos.

PRINCIPAIS DOENÇAS DOS GATOS

Síndrome Urológica Felina (SUF)
A sindrome urológica nada mais é do que a cistite do gato. Como nos homens, esta cistite se traduz no gato por necessidades freqüentes e urgentes de urinar acompanhada de uma dor aguda.O gato vai mais freqüentemente do que o habitual à sua liteira (caixa de areia). Ele mostra sinais de dor quando urina e pode mesmo soltar gritos. As vezes encontramos um pouco de sangue em sua liteira..
É uma enfermidade que compreende desordens no trato urinário inferior dos felinos (ureteres, bexiga e uretra). Inicialmente o gato urina com freqüência e demonstra dor, permanece pôr muito tempo em posição normal de micção. Na maioria das vezes se observa sangue na urina e mais tarde uma obstrução da uretra (pôr plug de proteína ou cálculos), e então o gato está incapacitado de eliminar a urina.Com isso sua saúde se deteriora rapidamente, pois ele não consegue eliminar seus metabólitos como uréia e creatinina, levando a um quadro de intoxicação (uremia pós renal).
Se seu gato apresenta dificuldade em urinar consulte urgentemente nossos veterinários. Para animais castrados existem rações apropriadas, assim como para cada idade. Os alimentos formulados para gatos são eficazes na prevenção dos cálculos urinários. A partir da generalização dos regimes acidificantes, a freqüência da síndroma urológica felina tem diminuído fortemente.

AS DOENÇAS VIRAIS
- Panleucopenia Infecciosa (Parvovírus Felino)Esta doença viral, muito contagiosa, provoca diárreia, vômitos, febre, e uma mortalidade muito alta, especialmente em filhotes . Um tratamento não terá chance de sucesso se não for feito logo no inicio. A vacinação é muito eficaz contra esta doença.
- A coriza (Rinotraqueíte Felina)Esta doença provoca corrimento ao nível do nariz e dos olhos, espirros, febre e lesões ulcerativos da boca. Não tratada, a coriza se complica e pode levar a corrimentos purulentos ao nível dos olhos e nariz, e pneumonia. A coriza pode ser causada por diferentes virus e bactérias. A vacinação permite minimizar os sinais e as complicações.
- A raiva.
A raiva é uma doença viral que ocasiona pertubações no sistema nervoso (comportamento anormal, agressividade, incapacidade de engolir,...). Ela é incurável, fatal e transmissível ao homem. A vacinação é um meio eficaz de prevenir a raiva e regida pela lei.
- A Leucemia felina. O virus da leucose provoca nos animais infectados tumores e doenças do sangue. O período entre a infecção pelo vírus e o aparecimento dos sinais clínicos pode durar vários anos. Os gatos são infectados pelo contato com animais portadores do vírus, que não obrigatoriamente exprimem a doença. A análise de uma gota de sangue permite ao veterinário determinar se o gato é portador do vírus. Não é recomendável deixar animais sãos e portadores juntos. Há uma vacina disponível com seu veterinário.
- A "aids do gato" ou F.I.V. (feline Immunodeficiency Virus) Um vírus provoca nos gatos uma síndrome de imunodeficiencia muito semelhante àquela encontrada no homem. Este vírus não é transmissível ao homem . Os gatos são infectados quando mordidos por um animal portador do vírus. A incubação é longa mas seu veterinário pode identificar os gatos soropositivos. Nenhuma vacina, nem tratamento estão disponíveis até hoje.
- A Peritonite Infecciosa Felina ou P.I.F. (Coronavírus) É uma doença viral, que afeta sobretudo os gatos em gatis ou agrupados em grande número portanto, é difícil estabelecer o diagnostico no estágio inicial da doença. Hoje não existe tratamento, somente boas práticas em gatis que permitem diminuir o risco de contaminação entre os gatos. Consulte seu veterinário.

AS DOENÇAS PARASITARIAS
- Os parasitas internos .Os gatos podem ser contaminados por um certo número de (vermes). Durante a visita de vacinação, consulte seu veterinário sobre os vermífugos e os esquemas de vermifugação.
- As pulgas.Ao sair, o gato tem grandes chances de contrair pulgas. Prevenir e tratar os problemas de pulgas implicam não somente no tratamento do animal, mas também do ambiente em que ele vive. A ingestão de pulgas pelo gato pode provocar uma infecção por tênia (ver parasita transmitidas por pulgas ). Consulte nossos veterinários.

AS DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS AO HOMEM
- A toxoplasmoseEste pequeno parasita tem poucos conseqüências para a saúde de seu gato, mas pode ter conseqüências graves para a mulher grávida. Por prudência, é aliás recomendável entre outras coisas, evitar manipular filhotes e liteiras (caixas de areia).
- A "tinha".Infecção devida a fungos microscópicos.No homem, eles provocam sobre a pele uma lesão circular com borda vermelha, muito pruriginosa : o anel de " Santa Catarina ".
- A doença da unha do gato.Infecção bacteriana que se propaga lentamente (semanas) em conseqüências a uma gripe.A maioria das casos se curam espontaneamente.
- Larva Migrans cutânea – Bicho geográficoÉ causada por um verme de cão (Ancylostoma). Causa prurido intenso, erupções de forma irregular e é pego por via percutânea (pela pele). Comum em locais onde se mantém areia como parquinhos infantis.
- Larva Migrans visceral
É causada por um verme de cão e gato (Toxocara sp). Os sintomas variam de acordo com a localização da larva (aumento de fígado, baço, tosse, uveíte etc) e é contraído através de ingestão de ovos (muito comum também em areia).
- A Raiva
Apesar de controlada, ainda gera muita preocupação na saúde pública, por ser uma doença fatal.
- A Leptospirose
Doença também muito importante pois é mais comum do que imaginamos. O cão pode apresentar a doença e inclusive ser portador assintomático.
CURIOSIDADE: Você sabia ?
A ALERGIA POR PÊLOS DE GATO, na realidade, trata-se de uma alergia à saliva que o gato deposita sobre seu pêlo durante a toalete. A proteína responsável pôr esta alergia provoca reações sintomáticas nas pessoas sensíveis como os olhos lacrimejantes, congestão facial e coriza. Hoje existem tratamentos que aliviam estes sintomas.

http://www.sosanimal.com.br/gatos.htm

VACINAS PARA CÃES

PARVOVIROSE
È uma doença contagiosa do cão provocada por um vírus, que causa vómitos e diarreia com sangue com grande intensidade. Afecta os cães de todas as idades, mas os mais novos e os mais velhos são mais atingidos. O vírus pode causar morte súbita em cachorros de 4 a 8 semanas, por atingir o músculo cardíaco. O tratamento intensivo deve ser iniciado logo que a doença é diagnosticada, e pode levar 3 a 10 dias até o cão poder voltar a casa. De qualquer modo a doença é muitas vezes fatal!
CINOMOSE
É uma doença muito contagiosa. È causada por um vírus que aparece mais frequentemente nos cachorros ou nos cães mais idosos. Os sintomas são variados e vão desde uma simples constipação, a convulsões com possíveis paralisias. Muitas vezes os que recuperam podem ficar com "sequelas" que se traduzem por contrações musculares não controladas. A melhor forma de prevenir esta doença, é mantendo a vacinação do seu cão actualizada, pois o tratamento pode ser inútil mesmo com o uso das técnicas e medicamentos mais modernos. O tratamento consiste essencialmente em controlar as infecções secundárias que poderão aparecer no cão debilitado, na desparasitação e na manutenção de uma nutrição e hidratação equilibradas.
LEPTOSPIROSE
É uma doença contagiosa provocada por uma bactéria. Provoca vários sintomas: febre, vómito, desidratação, falência hepática ou renal aguda e aparecimento de pequenas hemorragias. O tratamento pode ou não resultar, e consiste na administração de antibióticos, juntamente com medidas de suporte do estado hídrico do animal. De qualquer forma, é sempre de ter em conta que um esquema de vacinação actualizado, diminue sempre a frequência e/ou gravidade da doença.
HEPATITE
Doença contagiosa provocada por um vírus que atinge o fígado e endotélios (córnea). Os sintomas têm evolução hiperaguda (o cão morre em horas) ou aguda (5 a 7 dias) e são variados: febre, vómito, diarreia, dor abdominal, desidratação, etc. O tratamento consiste no suporte hídrico e nutricional do cão até que recupere da infecção hepática.
TOSSE DE CANIL
É uma traqueobronquite infecciosa. Tem como etiologia múltiplos vírus, que facilmente se transmitem de um cão para outro. Embora o cão permaneça bem disposto, começa a apresentar uma tosse profunda como se estivesse "engasgado". O tratamento é geralmente bem sucedido, mas o animal pode levar semanas a recuperar. A vacina diminue a frequência desta doença.

RAIVA
Doença contagiosa provocada por um vírus. Atinge mortalmente todos os animais de sangue quente, inclusivé o Homem. O vírus é eliminado na saliva, e a sua propagação ocorre quando um animal doente morde um saudável. O virús atinge o sistema nervoso do animal, provocando alterações do seu comportamento (agressividade, nervosismo, desorientação, convulsões) e paralisia progressiva. O animal morre por paralisia respiratória. Em Portugal não se regista um caso de raiva hà alguns anos, mas de qualquer modo a vacinação anti-rábica deve manter-se, pois como já foi dito anteriormente, todos os animais de sangue quente podem ser atingidos, e assim um animal selvagem doente (raposa, morcego, coelho) pode de um momento para outro passar de um país onde hà raiva, para um outro isento desta doença, passando a ser um foco contagioso.
http://animais-estimacao.com/ocao.shtml

quarta-feira, 18 de março de 2009

SUPERAÇÃO

http://www.youtube.com/watch?v=NRjxIFuIT3E

DEPOIMENTO DE UM CAO FELIZ

http://www.youtube.com/watch?v=1rUxXnuz7v0

CAES CACETADAS

http://www.youtube.com/watch?v=hypje4A35Og

CÃES PROFESSORES

http://www.youtube.com/watch?v=mTgtqpPDXHA

CÃO E AGTO MASSAGEM GOSTOSA

BINGO O CACHORRO CANTOR!!!

http://www.youtube.com/watch?v=JOMQMrSCRlA

FILHO DE GATO COM CACHORRO

http://www.youtube.com/watch?v=Eg2fYkD90qQ

ANIMAIS EM MOMENTOS CRITICOS 3

http://www.youtube.com/watch?v=0dDcVHCnGUU

ANIMAIS EM MOMENTOS CRITICOS

http://www.youtube.com/watch?v=jtfJmePbajs

A VINGANÇA DOS ANIMAIS

http://www.youtube.com/watch?v=rkSQXvKACJg

VIDEO GATOS ENGRAÇADOS

http://www.youtube.com/watch?v=keF89IK91JU

VIDEO ANIMAIS ENGRAÇADOS

http://www.youtube.com/watch?v=l_bgjZuWg_Q

TOXOPLASMOSE

Trata-se de doença infecciosa causada por um protozoário chamado Toxoplasma gondii. Este protozoário é facilmente encontrado na natureza e pode causar infecção em grande número de mamíferos e pássaros no mundo todo.
A infecção nos humanos é assintomática em 80 a 90 % dos casos, isto é, não causa sintomas, e pode passar desapercebida naqueles pacientes cuja imunidade é normal. As defesas imunológicas da pessoa normal podem deixar este parasita “inerte” no corpo (sem causar dano algum) por tempo indeterminado.
No entanto, quando esta pessoa tornar-se imunodeprimida (com as defesas imunológicas diminuídas) por qualquer razão (AIDS, secundária a remédios usados para transplantados ou mesmo após uma doença muito debilitante) os sintomas e a doença toxoplasmose pode se manifestar.
Outro período particularmente de risco para se adquirir a infecção é durante a vida intra-uterina, da gestante para o feto (transmissão vertical). O feto pode ter afetada a sua formação quando contaminado.

Como se adquire a doença?

De quatro formas:
Por ingestão de cistos presentes em dejetos de animais contaminados, particularmente gatos, que podem estar presentes em qualquer solo onde o animal transita. Mais comum no nosso meio.
Por ingestão de carne de animais infectados (carne crua ou mal-passada), mais comum na Ásia.
Por transmissão intra-uterina da gestante contaminada para o feto (vertical).
Uma quarta forma de transmissão pode ocorrer através de órgãos contaminados que, ao serem transplantados em pessoas que terão que utilizar medicações que diminuem a imunidade (para combater a rejeição ao órgão recebido), causam a doença.

O que se sente?
Aqui precisamos fazer distinção entre:
pessoas “imunocompetentes“ (com imunidade normal), e
pessoas “imunodeprimidos“ (com a imunidade diminuída).
Naquelas pessoas que possuem a imunidade preservada ocorrem sintomas somente em 10% dos casos. Nestes casos a principal manifestação é a presença de linfonodos ou gânglios linfáticos aumentados : são as chamadas ínguas, que podem ocorrer em qualquer lugar do corpo onde existam gânglios (regiões inguinal, axilar, pescoço, etc), mas mais freqüentemente acometem o pescoço. Os gânglios ficam perceptíveis a simples visualização ou a palpação e são indolores. As manifestações podem ficar restritas a isto e são auto-limitadas, isto é, desaparecem espontaneamente.
No entanto alguns pacientes podem apresentar febre, dores nos músculos e articulações, cansaço, dores de cabeça e alterações visuais, quando ocorre comprometimento da retina (camada que reveste a face interna e posterior do olho que é rica em terminações nervosas sensíveis a luz), dor de garganta, surgimento de pontos avermelhados difusos por todo o corpo - como uma alergia, urticária e aumento do fígado e do baço; menos comumente ocorre inflamação do músculo do coração. Dores abdominais podem ocorrer quando houver comprometimento dos gânglios da região posterior do abdômen. Apesar de, na maioria das vezes estes gânglios desaparecerem espontaneamente, em alguns casos podem durar meses, bem como o cansaço e a fadiga.
Uma forma menos benigna de acometimento dos pacientes com imunidade normal é a já citada inflamação da retina (corioretinite).
Ela acontece no mais das vezes como decorrência da contaminação na vida fetal, manifestando-se na adolescência ou quando adulto jovem, raramente após os quarenta, mas pode - com muito menos freqüência - ocorrer na infecção aguda.
As pessoas com estes quadros apresentam visão borrada e pontos cegos no campo visual que podem permanecer ou até levar à cegueira do olho comprometido se não adequadamente tratado.
Após uma fase aguda de infecção, seja com manifestações mínimas (ínguas) ou não, a doença fica latente, como se estivesse “adormecida” assim permanecendo para sempre ou podendo reapresentar-se mais adiante espontaneamente ou como decorrência de uma queda do nível de imunidade.
A apresentação desta doença naqueles com imunidade diminuída, como já se poderia imaginar é muito mais agressiva. Particularmente mais comum neste grupo são os pacientes contaminados pelo vírus HIV-1 (vírus que causa a síndrome da imunodeficiência adquirida, SIDA ou AIDS em inglês).
Em geral também ocorre por reativação de infecção latente.
Os sintomas nestes casos são manifestações de comprometimento do cérebro, pulmões, olhos e coração.
A apresentação mais comum decorre do comprometimento cerebral manifesta por dores de cabeça, febre, sonolência, diminuição de força generalizada ou de parte do corpo (metade direita ou esquerda) evoluindo para diminuição progressiva da lucidez até o estado de coma.
Se não tratados, estes casos evoluem para uma rápida progressão e morte.

Como se faz o diagnóstico?
Por se tratar de doença com sintomas muito inespecíficos e comuns a muitas outras, o diagnóstico geralmente é feito por médicos com experiência na área. A confirmação do diagnóstico é feito por diversos testes sangüíneos, Os mais comuns são os que detectam a presença de anticorpos no sangue contra o Toxoplasma gondii.

Tratamento
A necessidade e o tempo de tratamento serão determinados pelas manifestações, locais de acometimento e principalmente estado imunológico da pessoa que está doente.
São três as situações:
Imunocompetentes com infecção aguda:
- Somente comprometimento gânglionar: em geral não requer tratamento.
- Infecções adquiridas por transfusão com sangue contaminado ou acidentes com materiais contaminados, em geral são quadros severos e devem ser tratados.
- Infecção da retina (corioretinite): devem ser tratados.
Infecções agudas em gestantes:
- Devem ser tratadas pois há comprovação de que assim diminui a chance de contaminação fetal
- Com comprovação de contaminação fetal: necessita tratamento e o regime de tratamento pode ser danoso ao feto, por isso especial vigilância deve ser mantida neste sentido.
Infecções em imunocomprometidos:
- Estas pessoas sempre devem ser tratadas e alguns grupos, como os contaminados pelo vírus HIV-1, devem permanecer tomando uma dose um pouco menor da medicação que usaram para tratar a doença por tempo indeterminado. Discute-se, neste último caso a possibilidade de interromper esta manutenção do tratamento naqueles que conseguem recuperação imunológica com os chamados coquetéis contra a AIDS.
Como se previne?
Como a principal forma de contaminação é via oral, de uma forma geral a prevenção deve ser feita:
Pela não ingestão de carnes cruas ou mal-cozidas.
Comer apenas vegetais e frutas bem lavados em água corrente.
Evitar contato com fezes de gato.
As gestantes, além de evitar o contato com gatos, devem submeter-se a adequado acompanhamento médico (pré-natal). Alguns países obtiveram sucesso na prevenção da contaminação intra-uterina fazendo testes laboratoriais em todas as gestantes.
Em pessoas com deficiência imunológica a prevenção pode ser necessária com o uso de medicação dependendo de uma análise individual

http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?417

COPROFAGIA- O CAO QUE COME FEZES

Retirado do site do Hospital Veterinário do Porto

Comportamento Cães jovens em crescimento têm uma grande necessidade de energia e está provado que podem obter nutrientes adicionais úteis comendo as suas próprias fezes ou as de outros cães durante esta fase critica. No entanto, depois de completo o crescimento e com fontes alimentares mais atractivas, a coprofagia cessa na maior parte dos casos. Porém, alguns indivíduos, principalmente de raças "gulosas" como os Beagles e Labradores, podem continuar com este desagradável hábito. A coprofagia não significa necessária mente doença (parasitismo, por ex.) ou uma alimentação desequilibrada. No entanto estes factos podem, em determinados indivíduos, ser a razão que leva um cão a comer as suas próprias fezes e, uma vez corrigidos, acabam com o mau hábito.
Investigações demonstraram que cães coprófagos não constituem risco quer para a sua própria saúde quer para a saúde de pessoas cujas faces e mãos sejam lambidas por estes animais. Por exemplo, em relação á infestação por lombrigas do homem pelo cão, é um facto raro e requer uma maturação dos ovos do parasita de cerca de 3 semanas, desde que saem do animal até se tomarem infestivos para o homem.
No entanto, a coprofagia é um acto emocionalmente repulsivo.

Frequência das Refeições Como a coprofagia aparece geralmente em cães famintos, será melhor dividir a ração diária em 3 ou 4 refeições por dia.

Fibras Um estômago cheio dá a sensação de saciedade pelo que as dietas ricas em fibras são melhores do que as mais refinadas. Por isso, aumente a quantidade de fibras na dieta, seja através de comidas comerciais secas, seja pelo aumento dos legumes na dieta caseira. Fontes convenientes de fibra são os legumes verdes, cenoura, maça, etc.

Treino Para defecar sob comando, num local que mais tarde se lhe vai tomar inacessível. Terá simplesmente de levar o seu cão regularmente e em alturas associadas ao reflexo de defecação (logo de manha; a seguir às refeições) e esperar até que ele faça as suas necessidades. Diga uma palavra-chave e depois recompense com um biscoito o acto bem sucedido. Apanhe as fezes e coloque-as no lixo. Isto irá motivá-lo a só defecar na sua presença .

Tipo de Vida Há uma ampla evidência de que os cães se aborrecem em canis estão mais aptos a tomar-se coprofágicos. De acordo com isso, assegure que o seu cão tem uma vida activa, com acesso a brinquedos, passeios frequentes, etc.

Repulsa Em vários países existem já substâncias que, quando adicionadas à dieta, tomam as fezes pouco apetecíveis.

Punição Nenhum grau de castigo serve para acabar com este hábito, fazendo apenas com que o cão espere o afastamento do dono antes de comer as fezes. A punição deve ser ligeira e parecer mais relacionada com as fezes do que com o animal.

Como Evitar A coprofagia é geralmente uma fase passageira dos cachorros mas é exacerbada se lhes é negado o acesso frequente e livre à comida. Por isso uma dieta rica e abundante previne bastante o problema.

terça-feira, 17 de março de 2009

PLANTAS TOXICAS PARA CAES E GATOS

Os animais podem ter acesso a plantas tóxicas em vários lugares; elas podem estar dentro de vasos em casa, no quintal, em terrenos onde o animal vai passear. Por isso é importante conhecer as plantas que colocamos em casa, pois muitas delas são comuns e muito bonitas, mas quando ingeridas pelo animal podem ter efeitos nocivos. Os sintomas mais comuns de intoxicação são inespecíficos, como vômitos, diarréia e salivação intensa. Mas também podem ocorrer queimaduras, convulsões e alterações cardíacas, renais e hepáticas graves.A ingestão de plantas é comum em cães e gatos. Filhotes de cães são curiosos e tem o hábito de morder tudo o que encontram. Alguns cães ingerem plantas por estarem "entediados", outros mantêm na idade adulta o hábito destrutivo. As causas de ingestão variam, mas o cão não consegue discernir entre a planta tóxica e a não tóxica.Os gatos ingerem plantas para facilitar a eliminação de pêlos engolidos na higiene do corpo, seja através do vômito, seja pelas fezes.Caso ocorra a ingestão e o animal comece a apresentar qualquer sintoma de intoxicação, ele ser levado a um médico veterinário para que seja instituído o tratamento o mais rápido possível. Não é recomendado medicar o animal em casa, nem induzir o vômito. Embora isso seja feito com boa intenção, muitas vezes pode agravar o quadro. Também não se deve "esperar para ver se melhora". Em alguns casos é necessária a monitoração do coração através de eletrocardiograma, lavagem gástrica, indução segura do vômito, e outros procedimentos que somente o médico veterinário pode fazer. Além disso, quanto mais rápido o início da terapia com medicamentos que podem reverter o quadro, maiores as chances de boa recuperação do animal.Evitar que o animal ingira uma planta tóxica nem sempre é possível, mas algumas medidas simples podem evitar a intoxicação. A primeira delas é saber se as plantas que temos em casa são tóxicas. Se não queremos nos desfazer delas, elas devem ser mentidas cercadas ou fora do alcance dos cães e gatos. Os animais não devem passear soltos ou sozinhos; estando presos à coleira podem ser rapidamente afastados de qualquer planta que tentem ingerir. Sempre que possível, deve-se evitar que o cão ou gato passeie livremente em sítios, chácaras ou fazendas. Deve-se evitar também receitas caseiras feitas com plantas sem orientação do médico veterinário. Abaixo estão relacionadas algumas plantas tóxicas mais comuns:

1. Aloe Vera (babosa)
2. Espirradeira
3. Amarílis
4 Filodendro
5. Antúrio
6. Hortênsia
7Azaléia
8 Mamona
9. Cheflera
10. Mandioca brava
11. Comigo-ninguém-pode
12. Orelha-de-elefante
13 Copo-de-leite
14. Ruibarbo
15. Espada-de-são-jorge
16. Trombeteira

Se o seu animal gosta ou têm hábito de ingerir plantas, ele pode ser "presenteado" com um bonito canteiro de erva-cidreira, por exemplo.Falando ainda em plantas, é bom lembrar que muitos produtos utilizados como adubo (por exemplo, a torta de mamona) ou inseticidas para controle de pragas nas plantas, também são fontes muito perigosas de produtos tóxicos para os animais.Todo cuidado é pouco para manter a saúde dos nossos bichinhos!

Dra. Marilene Tavares de OliveiraClínica MédicaKoala Hospital Animal
Fonte Kennel Club Net

PULGAS

Doenças causadas pelas pulgas

Muitos proprietários desconhecem que a infestação por pulgas pode causar muito mais do que uma simples coceira nos cães e gatos. As pulgas podem causar danos diretos ou indiretos à saúde do animal. É bem verdade que no verão o problema aumenta, pois a pulga encontra condições muito favoráveis à sua reprodução, ou seja, calor e umidade. Mas é importantíssimo combatê-las, não só nos meses quentes, mas durante o ano todo.

A seguir, algumas doenças que seu animal pode apresentar quando infestado por pulgas:

Dermatite alérgica à picada de pulgas: é uma das alergias mais comuns nos cães e gatos. É um problema que pode ser transmitido dos pais para os descendentes. A saliva da pulga causa uma forte reação alérgica no animal, desencadeando um prurido (coceira) muito intenso. Queda de pêlos, feridas, descamação e mau cheiro são sinais clínicos frequentes. Pode se desenvolver uma infecção na pele (piodermite). O tratamento é feito com antialérgicos, antibióticos (em muitos casos) e cicatrizantes. Como em qualquer outra alergia, não existe cura, apenas o controle. Os animais que desenvolvem a dermatite alérgica apresentam os sinais mesmo com pequenas infestações por pulgas. Assim, o combate ao parasita tem que ser intenso e é o único meio de se controlar a doença.

Verminoses: a pulga pode transmitir vermes a cães ou gatos. O mais comum é o Dipylidium caninum, que causa diarréia com muco e sangue. Os vermes tem aspecto de grãos de arroz quando encontrados mortos nas fezes ou pêlos, próximos à região do ânus do animal. Em grandes quantidades, o verme pode causar ataques convulsivos, uma vez que secreta uma toxina que age sobre o sistema nervoso. Todo animal que teve uma infestação por pulgas deve ser vermifugado.

Anemia: a pulga se alimenta de sangue. Assim, se o animal tiver uma grande infestação por um tempo prolongado, ele poderá apresentar um quadro anêmico. Animais jovens ou idosos são mais susceptíveis. A anemia tornará o cão letárgico e inapetente. De nada adianta tratar a anemia se o animal continuar infestado pelas pulgas.

Estresse: os animais podem ficar estressados mais irritados, e às vezes agressivos, quando infestados por pulgas. A coceira intensa pode fazer com que o animal pare de se alimentar e perca pêso. Animais cardíacos ou com alterações na coluna (calcificações ou "bico de papagaio") podem ter o problema agravado pelo esforço constante em se coçar, chegando a ficar exaustos e ofegantes.

Transmissão de vírus: acredita-se que as pulgas possam transmitir vírus de um animal doente para outro sadio. Dependendo da carga (quantidade) de vírus que a pulga "carregue" e a capacidade infectante dos mesmos, o animal poderá desenvolver a virose.
Assim, você já percebeu que há motivos de sobra para combatermos as pulgas, que não só irritam o animal, como podem causar danos a saúde dos nossos amigões.

FonteSilvia C. Parisimédica veterinária - Vida de cão...www.vidadecao.com.br



OBESIDADE

Gordinhos não saudáveis

Nas últimas décadas o relacionamento entre homem e cão passou por sensíveis mudanças. Muitos tipos e marcas de ração foram lançados pelas grandes empresas e passaram a ser amplamente recomendadas pelos veterinários como a melhor forma de manter saudáveis os cães. No entanto, apesar de serem produtos desenvolvidos com o objetivo de fornecer aos cães tudo o que eles precisam, é cada vez maior o número de cães que sofrem com problemas sérios de obesidade... Porque?

Um dos principais fatores geradores do cão obeso é o seu proprietário. Isso mesmo! Muitos donos de cães, com a maior ingenuidade, exageram quer nos petiscos caninos, quer na quantidade da ração diária, e, principalmente, nos agradados não-caninos, como bolchinhas, pão, biscoitos, chocolates, como aquele restinho de arroz e macarrão do almoço...

Além disso, a escolha do tipo de ração é fundamental: cães adultos devem comer ração especial para cães adultos e não para filhotes, e vice-versa, uma vez que para cada fase de desenvolvimento as necessidades nutricionais são bastante diferentes. O mesmo vale para os cães idosos, que devem, sempre que possível, receber rações específicas para a idade avançada. No caso das fêmeas grávidas ou que ainda estão amamentando, é fundamental que elas recebam ração para filhotes, uma vez que estas possuem maior quantidade de cálcio.

Outro fator importante que pode levar à obesidade é a falta de exercícios adequados para o nível de atividade próprio cada raça. Ou seja, cães pouco ativos e que recebam ração em grande quantidade, com certeza ficarão obesos. No entanto, em muitos casos a simples introdução de uma carga maior de exercícios não é suficiente para reduzir o peso de um cão obeso.
Problemas causados pela obesidade

Quando um cão está obeso - assim como os humanos - a primeira parte do corpo a sofrer é a coluna vertebral, que passa a ser exigida em excesso. Mas além da coluna, cães obesos podem apresentar ainda muitos problemas de pele e eczemas além de comportamentos sonolentos, dificuldade de andar e perder o fôlego com facilidade.

Os cães obesos tornam-se ainda mais predispostos a desenvolver problemas nas ósseos e das articulações, como reumatismos, hérnias e displasia.

Outro órgão bastante prejudicado com a obesidade é o coração, e por conseqüência, todo sistema circulatório. Assim, muitos cães obesos viram novas vítimas de problemas cardíacos.
No entanto, a obesidade não prejudica apenas os cães adultos. Cuidados especiais devem ser tomados para que os filhotes não sejam atingidos por este problema, o que certamente acarretaria ainda mais prejuízos, já que na fase de crescimento problemas como a displasia podem ser fortemente agravados pelo excesso de peso.

Como saber se seu cão está obeso?

Convencionou-se que quando o cão estiver com 15% a mais do peso normal ele está obeso. Segundo alguns estudos, cerca de 24% dos cães sofre com excesso de peso, e as raças mais predispostas à obesidade são: labrador, cocker spaniel inglês, dachshund, beagle e basset hound.
Um método simples é pegar a pele entre os dedos, ao nível das costelas. Se agarrar uma prega muito grossa, ele está acima do peso. Outro sinal bastante carcaterístico é um aumento da massa de gordura ao redor do pescoço do cão.

Como resolver o problema da obesidade?

Antes de mais nada, o principal cuidado é levar o seu cão para um check-up. E isso, só um veterinário pode realizar. O check-up vai conseguir detectar se o problema da obesidade não está ligado a nenhuma disfunção hormonal e caso isso seja o problema, só um veterinário poderá indicar o melhor tratamento.

Elabore, em conjunto com o veterinário, uma meta de peso adequada ao seu cão. Lembre-se de que se o dono não colaborar qualquer tentativa de dieta será inútil.
Verifique sempre as quantidades recomendadas de ração pelo fabricante. Muitas vezes a simples redução das quantidades diárias já é suficiente. Em outros casos, a mudança para uma ração diet ou light é uma solução bastante eficiente.

Elimine os petiscos não-caninos e reduza os biscoitinhos entre as refeições.

Procure não deixar a ração à disposição do cão. Estabeleça horários fixos e com isso você estará mais apto a descobrir exatamente quanto come seu cão. No caso de proprietários que possuem mais de um cão, verifique se um dos cães não está 'roubando' a ração do outro.

Inicie ou aumente as sessões de exercícios com o seu cão. Atenção: os cães não devem ser submetidos a exercícios extenuantes... escolha cuidadosamente os horários para os passeios e exercícios diversos. Não leve seu cão para passear do lado de fora de veículos ou motocicletas. Respeite o ritmo de seu cão e vá aumentando a carga de exercícios paulatinamente. Além das caminhadas, você pode ainda praticar alguma das muitas atividades que vão fazer seu cão perder peso, como o agility e a natação.

Fonte: Revista Cães e Raças, Focinhos, Top Breed

ALERGIA EM CÃES

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE ALERGIA EM CÃES. Dr. por que meu animal está se coçando?
Dr. Israel M. BleichMédico Veterinário

O que é Alergia?

Alergia é uma doença em que o sistema imunológico reage anormalmente à substâncias comuns, tais como: Pólen, fungos, bolores, ácaros, pó, certos alimentos e substâncias químicas. Todas as reações alérgicas são desagradáveis, algumas muito sérias e poucas são fatais. As substâncias que causam as alergias são chamadas de alérgenos. Uma reação alérgica pode ser causada através da inalação ou da ingestão de alérgenos, ou pode ser resultado de um contato direto com a substância ao qual o animal é sensível.

Quais são os sinais da Alergia?

O sinal mais comum das alergias em animais de estimação, é a coceira constante, irritação na face e lambedura ou mordedura das patas e em várias partes do corpo. Os locais mais comuns dos sinais da alergia são: flanco, patas, face, ao redor dos olhos, boca, orelhas e áreas próximas a base da cauda. Em cães, as alergias são freqüentemente a causa primária de problemas de pele persistentes, embora seja importante notar que nem toda a coceira é devido a alergia. As doenças da tireóide, infecções de pele, pulgas e micoses podem causar sintomas semelhantes.

Como os cães adquirem alergias?

As alergias têm várias causas, sendo que algumas delas têm origem genética. Filhos de pais com problemas de alergias, têm grande probabilidade de desenvolver algum tipo de problema alérgico durante sua vida. Os sinais de alergia nos animais de estimação aparecem após o contato com determinados alérgenos por vários meses ou até após alguns anos. O típico animal alérgico inicia os sintomas lambendo ou mascando as patas. Alguns destes sintomas são tão brandos que nem são percebidos pelo proprietário. Com a exposição contínua destes alérgenos, o animal irá gradualmente aumentar a gravidade dos sintomas. Após algum tempo, estes sintomas podem evoluir para um coceira persistente em várias partes do corpo chegando a formar feridas que freqüentemente se contaminam.

Quando ocorrem as crises de alergias?

Os sintomas das alergias vão ocorrer sempre que o animal é exposto a uma concentração elevada de alérgenos aos quais ele é sensível. Os alérgenos mais comuns, tais como: pó caseiro, ácaros de pó, fungos e leveduras, vão produzir sinais de alergia durante todo o ano, enquanto que alergias a plantas que polinizam durante a primavera ou verão, irão ocasionar sintomas de alergia somente durante estas épocas do ano. Alergia a alimentos podem ocorrer a qualquer época do ano. Para se conseguir um bom diagnóstico das doenças alérgicas, é necessário uma combinação de fatores tais como: Histórico clínico, exame clínico, teste alérgico e diagnóstico apropriado das doenças de pele secundárias que quase sempre estão associadas às alergias.
As alergias podem ser prevenidas?
Desde que a grande maioria das doenças alérgicas é herdada, não existe nenhuma maneira de preveni-las. Existe um consenso que as alergias podem ser controladas, mas não prevenidas. O melhor controle é conseguido evitando-se o contado do animal com os alérgenos a que ele é sensível. Por exemplo: Se seu cão é alérgico a pulgas, é importante controlar infestações de pulgas. Alguns alérgenos tais como fungos, bolores, pó, ácaros e pólen são muito difíceis de se evitar. Sendo assim, é importante encontrar formas alternativas de tratamento para controlar as alergias.

Como posso diagnosticar as causas das alergias no meu animal?

Após um exame clínico completo, seu Médico Veterinário irá coletar uma pequena amostra de sangue de seu animal e irá encaminhar ao Laboratório. A amostra de sangue será submetida a uma bateria de mais de 80 testes diferentes, verificando-se a sensibilidade para inúmeros agentes causadores das alérgicas, tais como: Pólen de árvores, plantas, gramas, ervas, arbustos, pó caseiro, fungos, bolores e alimentos. Este número de alérgenos testados corresponde a aproximadamente 90 % das substâncias mais importantes existentes no meio ambiente, que podem ser causadoras das alergias. Toda esta bateria de testes é realizada com alérgenos encontrados no Brasil.

Como as alergias são tratadas?

Existem várias maneiras diferentes ou combinações de tratamentos para controlar os sintomas clínicos das alergias. Medicamentos a base de corticosteróides de curta ação são geralmente utilizados durante um pequeno período de tempo para aliviar os sintomas da alergia. Estes mesmos medicamentos quando utilizados por um tempo prolongado, podem causar sérios efeitos colaterais para a saúde de seu animal, diminuindo a qualidade e a duração da própria vida. Corticosteróides de longa ação(depósito) não devem ser utilizados. Nos animais com sinais severos de alergias, ou quando os sinais clínicos persistem durante todo o ano, tratamentos específicos das alergias tais como a Imunoterapia (injeções de alérgenos), devem ser utilizados. Seu Médico Veterinário irá discutir com você, as várias alternativas de tratamento baseado nas necessidades de seu animal.

Qual a probabilidade de sucesso nesse tratamento?

O sucesso deste tratamento depende de diversos fatores incluindo o estado geral de saúde de seu animal, as causas e a severidade dos sintomas da alergia e a própria resposta do paciente aos tratamentos preconizados. As etapas para o sucesso no tratamento das alergias são:

1. Identificação dos alérgenos aos quais seu animal é sensível através dos testes alérgicos, seguidos pelo tratamento por Imunoterapia. 2. Tentar reduzir ao máximo a concentração dos alérgenos no ambiente através da limpeza constante. 3. Dar a medicação recomendada por seu Médico Veterinário para controlar os sintomas clínicos. 4. Acompanhamento freqüente por parte do Médico Veterinário responsável pelo caso clínico. A combinação destas terapias irá resultar no sucesso no tratamento e controle das alergias na grande maioria dos pacientes.
Algumas sugestões de controle ambiental

Pó e Ácaros de Pó
Colocar uma capa plástica sobre a cama onde seu animal dorme. Lavar freqüentemente a cama com água quente(acima de 700C) Não deixe seu animal dormir em cima de madeira úmida ou mofada. Evite o contato com carpete ou tapetes. Limpe freqüentemente o local onde seu animal dorme.

Fungos e Bolores
Evite deixar seu animal andar sobre gramados molhados, não tenha muitas plantas dentro de casa; evite deixar seu animal em locais úmidos dentro de casa tais como: banheiros ou lavanderia; utilize desumidificadores nos locais úmidos da casa. Seque bem seu animal após o banho.

Pólem
Evite campos gramados; mantenha a grama bem baixa; lave seu cão após o contato com gramas, ervas ou arbustos; mantenha seu cão dentro de casa durante o anoitecer e amanhecer; nas estações de polinização( primavera).

Dr. Israel M. BleichDiretor Técnico do Laboratório CEPAV - Tecnologia em Saúde Animal

DISPLASIA COXOFEMURAL

Displasia Coxofemural: O que É Isso?

Dr. Cristina JorgeMédica Veterinária

A displasia coxofemural é a doença ortopédica hereditária mais comum nos cães. Ela pode surgir em qualquer raça, mas é mais comum nas raças grandes ou gigantes, como Rottweillers, Pastores e Filas, e principalmente em animais que tem um crescimento muito rápido.
Esta doença se caracteriza pela má formação da articulação coxofemural, ou seja, a inserção do membro traseiro na cintura pélvica. Os primeiros sintomas aparecem principalmente por volta dos 4 aos 7 meses de vida, quando o animal afetado começa a mancar e sentir dor quando anda, principalmente nos pisos mais escorregadios. Devido a dificuldade para andar, o cão pode não mexer o membro e o músculo pode atrofiar.

A displasia coxofemural é geneticamente recessiva, por isso tanto o macho quanto a fêmea precisam ter a doença, ou pelo menos o gen para que os filhotes também tenham. Mesmo assim, essa deficiência se tornou mais comum, a partir do momento em que os proprietários cruzaram animais afetados sem se preocupar com a transmissão.

Um cachorro que tem displasia coxofemural pode viver uma vida normal, mas não deve ser utilizado para reprodução. Mesmo se um filhote é normal, mas seus pais são doentes, não se deve utilizá-lo para reprodução, pois seus filhos podem ter problemas.

Para saber se um cão tem ou não displasia, basta realizar um exame muito simples. O diagnóstico é feito através de uma radiografia, com o animal deitado em decúbito dorsal (com a barriga para cima) e com as patas traseiras esticadas para trás. Como a displasia pode provocar dores fortes e os animais mais afetados são grandes, pode ser preciso anestesiar o cão.

Geralmente é feita uma anestesia curta, que dura de 10 a 20 minutos, tempo necessário para radiografar o animal. O veterinário deve ter muito cuidado no posicionamento durante a radiografia, porque radiografias com mal posicionamento são consideradas inadequadas para se obter um laudo que ateste se o seu animal tem ou não displasia.

Existem diversas categorias de displasia coxofemural, de acordo com a gravidade. Abaixo temos um quadro com estas categorias:

Categorias de Displasia Coxofemural
HD - (Categoria A): animal sem displasia
HD +/- (Categoria B): articulação quase normal
HD + (Categoria C): displasia leve
HD ++ (Categoria D): displasia moderada
HD +++ (Categoria E): displasia sever

Não deixar o filhote em pisos escorregadios;

Colocar a fêmea e os filhotes num piso mais áspero, ou em placas de madeira, para que eles não escorreguem.
Exercitar o filhote a partir dos 3 meses de idade, mas sem exageros. A nataçatilde; é recomendada, pois exercita a musculatura sem forçar a articulação.
Evitar que o animal fique muito gordo.

O importante é ter consciência e cuidar dos animais desde pequenos para prevenir problemas como esse. Um animal saudável, que visita o veterinário regularmente, está mais sujeito a ter uma vida longa e sem problemas. Na hora de comprar um filhote, principalmente das raças mais sujeitas, peça ao proprietário que apresente o certificado de displasia dos pais, para garantir que seu filhote não tenha este problema. E caso você já tenha um cão em casa, procure seu veterinário para realizar este exame tão simples e evitar que a doença se espalhe.

Dr. Cristina JorgeMédica Veterinária - Campinas - SP

DOENÇAS DO APARELHO URINÁRIO

As doenças dos rins e da bexiga são muito frequentes no cão. Calcula-se que mais da metade dos cães a partir dos 10 anos apresentem lesões renais e que uma grande porcentagem deles venha a sofrer de insuficiência renal crônica.


A Insuficiência renal crônica

É devida a lesões glomerulares (glomerulonefrites de origem imunológica, amiloide, nefro-angio-esclerose) ou a lesões intersticiais, todas provocadas por uma destruição progressiva e irreversível dos nefros, as unidades funcionais dos rins. À medida que a quantidade de nefros diminui, a função renal fica comprometida e a insuficiência renal aumenta.
O animal que sofre de insuficiência renal crônica começa bebendo e urinando mais do que o de costume (poliúria/polidipsia). Em seguida aparecem as perturbações digestivas (vômitos, diarréia), que precedem as neurológicas.
O tratamento da insuficiência renal crônica é essencialmente baseado na utilização de dietas hipoproteícas, uma vez que as proteínas formam resíduos à base de uréia, muito tóxicos para o organismo. Em condições normais, eles são excretados pelos rins, mas na insuficiência renal crônica acumulam-se no sangue.
A terapiase dirige apenas aos sintimas, sendo que o tratamento causal nem sempre é eficaz. No entanto, os recentes progressos da medicina permitem entrever a possibilidade de um dia se poder fazer um transplante renal, como se faz no homem, nas mesmas circunstâncias. A hemodiálise, prescrita no caso humano até que se possa fazer um transplante, também não é utilizada nos cães.

A Insuficiência renal aguda

O animal entre de súbido em anexoria, tem vômitos e diarréias, por vezes hemorrágicas. Paralelamente, a concentração de uréia e creatinina no sangue aumenta, atingindo valores via de regra muito elevados, ao passo que na insuficiência renal crônica esses mesmos parâmetros (que se usam para avaliar a função renal) aumentam com moderação.
Na origem desta forma de insuficiência renal, podem estar fatores isquêmicos (caso do rim que tenha sofrido alterações decorrentes de mudanças de circulação sangüínea), infecciosos (sobretudo leptospirose) e tóxicos.
Os tratamentos aplicáveis no caso de insuficiência renal aguda consistem na terapia com fluidos e eletrólitos e em medidas de purificação extra-renal (diálise peritoneal). Algumas formas da doença respondem bem à medidas terapêuticas, mas nas outras o prognóstico é, infelizmente, mais reservado.

Cálculos Urinários - Urolitíase

Nos cães podemos encontrar 4 tipos de urólitos (cálculos): os de fosfato, geralmente associados a uma infecção do trato urinário; os de urato; os de oxalato decorrentes de alterações metabólicas; e os de cistina, cuja ocorrência depende de predisposição hereditária.
A freqüência e o tipo dos cálculos podem variar conforme as raças. Assim, os cálculos de cistina são observados com mais freqüência no Dachshund e os de urato no Dálmata.
A presença destes cálculos no trato urinário pode levar ao aparecimento de hematúria (sangue na urina), cistites, incontinência, retenção urinária, complicações infecciosas e renais. Por vezes um cálculo introduz-se na uretra e não consegue passar por certas zonas particularmente estreitas. Daí resulta uma obstrução uretral que só poderá ser resolvida, muitas vezes, recorrendo-se à cirurgia.
O tratamento da urolitíase no cão pode ser medicamentoso ou cirúrgico, conforme o quadro que o animal apresente.
Em casos obstrutivos, o cão pode apresentar-se visivelmente desidratado, letárgico ou comatoso. Nestes casos a terapia é instituída de modo a estabilizar as condições do animal para que possam ser iniciados os procedimentos para a remoção do cálculo.
Se a bexiga estiver distendida, ela deve ser esvaziada através de sonda, catéter ou massagens, sendo que às vezes é preciso anestesiar o animal.
Geralmente o veterinário solicita um exame de urina, através do qual é possível determinar a ocorrência de infecção e a natureza do cálculo.
Se for constata a presença de um processo infeccioso, utiliza-se um antimicrobiano e um acidificante urinário. Se o animal apresentar apenas uma propensão para a formação de cálculos, quer seja de origem genética ou devido a uma dieta inadequada, a terapêutica consiste na administração de dietas calculolíticas (rações especiais) disponíveis no mercado.
Os cálculos nos rins são bastante raros no cão, mas, quando existem, pode ser necessário recorrer a uma intervenção cirúrgica. Muitas vezes, os cálculos podem obstruir os efíncteres urinários ou a uretra, provocando sérias retenções urinárias.

As infecções do trato urinário (ITU)

Na maior parte dos casos, a infecção urinária canina é uma conseqüência de infecções em órgãos vizinhos, como na próstata, útero, vagina ou, mais raramente, sistêmicas. Por conseguinte, não basta tratar os seus sintomas, tem é de se tratar a sua causa. Esta procura-se sistematicamente mediante um exame clínico aprofundado com radiografias e exames complementares.
As infecções do trato urinário são causadas por germes que em geral provém do tubo digestivo. Algumas, principalmente as crônicas, são particularmente difíceis de curar.

Incontinência Urinária

Caracterizada pela micção involuntária, a incontinência urinária do cão pode ter múltiplas causas. Pode ser o resultado de lesões do sistema nervoso, de mal-formações congênitas, de lesões adquiridas na bexiga e nos esfíncteres ou de desequilíbrios hormonais. Não existe, por isso, um tratamento único para a incontinência urinária, mas tratamentos específicos de acordo com cada causa.
Em geral, as lesões do sistema nervoso, da bexiga e dos esfíncteres são difíceis de tratar e, embora existam nvos protocolos terapêuticos, os resultados ainda não são satisfatórios.
Em contrapartida, algumas mal-formações congênitas podem ser totalmente corrigidas mediante cirurgia. Assim acontece com a ectopia ureteral ou com a persistência do canal fraco.
Como sequela de certas intervenções cirúrgicas, também podem surgir incontinências urinárias causadas por fístulas ou por aderências. Uma nova intervenção pode recuperar a continência normal, mas nem sempre o resultado é garantido.

Coleção Nossos Amigos, os Cães

PARVOVIROSE

A Parvovirose era desconhecida até o verão de 1978 nos Estados Unidos, quando ocorreu de forma epizoótica , e dali espalhou-se rapidamente para o resto do mundo, atingindo inclusive o Brasil, onde hoje existe de forma enzoótica.
É uma das viroses mais conhecidas e mais contagiosas entre os cães domésticos, sendo também chamada de Enterite Canina Parvoviral.
Ataca mais os cães jovens que os adultos, talvez pelo fato destes últimos sejam mais resistentes pela imunidade naturalmente adquirida.
Apresenta alta mortalidade, principalmente entre cães jovens e de raças puras ou animais mais fracos ou debilitados por verminoses ou outras moléstias , inclusive carenciais.
A doença é causada por um vírus, classificado entre outros que atacam ratos, porcos, gado bovino e o homem , além de outros animais.
No homem, a Parvovirose aparentemente combina com outros adenovirus, causando infecções do trato respiratório superior e dos olhos , nestes últimos causando uma conjuntivite. Devido tal circunstância, a doença é classificada como Zoonose, por ser comum ao homem e ao cão. No homem, no entretanto, não tem a gravidade e conseqüências que se apresentam para os cães.
No cão, a doença se estabelece principalmente no aparelho digestivo, provocando, de início, elevação térmica que pode atingir altos índices (41º C), exceto em animais adultos mais velhos nos quais ocorre hipotermia. Nessa fase chama a atenção o fato do animal se tornar sonolento e sem apetite , quando ocorrem também vômitos incoercíveis. Alguns animais apresentam também tosse nessa fase, além de inchaço dos olhos ou inflamação da córnea (conjuntivite ).
Além do estômago, inflamam-se também os intestinos , principalmente as porções delgadas e com eles também o fígado e seus anexos, adquirindo então as fezes aspecto esbranquiçada ou cinzenta, o que denota deficiência de bile na luz intestinal, como conseqüência da dificuldade de escoamento da mesma (bile), que continua não obstante a ser elaborada no fígado.
Com a evolução da doença, os intestinos ficam fortemente inflamados, principalmente sua camada mais interna, denomina mucosa, com manchas hemorrágicas em quase toda sua extensão.
O coração do animal também se inflama (Miocardite), principalmente quando é o animal jovem, causando morte em geral repentina do animal, devido sua evolução rápida (às vezes o animal sucumbe às infecções em questão de dias, e mesmo horas).
Tratamento
O tratamento dos cães acometidos de Parvovirose deve ser feito por um veterinário de confiança e consiste basicamente na aplicação via parenteral e mesmo oral, soluções isotônicas de sais minerais, principalmente de glicose, associadas à vitaminas (Vitamina C que ajuda a proteger as mucosas contra a agressão sofrida, e Vitamina B6 que tem efeito anti-hemético) ajudando assim na recuperação do animal, e prevenindo sua desidratação pelos vômitos e diarréias que são freqüentes e profusas, durante a evolução da doença. Antibióticos como a Ampicilina e o Cloranfenicol devem também ser administrados , para prevenirem ou combaterem as infecções secundárias que se associam à virose , não tendo no entretanto , qualquer ação contra o vírus causal.
Uma vez diagnosticada a Parvovirose, o animal doente deve ser isolado de outros animais , e mesmo do homem , afim de impedir-se a propagação do mal.
Prevenção
Para a prevenção da virose, existe Vacina especificamente preparada por cultura do vírus em ovos embrionados, vacinas essas que conferem imunidade razoável, sendo tais vacinas classificadas como de vírus vivo atenuado por passagem em meio de cultura artificial .
Imunização
A vacina contra a Parvovirose deve ser aplicada preferentemente nas fêmeas quando em gestação, mesmo que tenham sido anteriormente imunizadas, pois recebendo uma nova dose da vacina , terão sua imunidade aumentada durante a gestação, e a oportunidade de através da placenta conferirem a seus futuros filhos uma razoável imunidade passiva.
Posteriormente ao parto, então, já na fase de aleitamento de suas crias, tal imunidade conferida pela vacina aplicada na mãe será através do leite (principalmente o primeiro leite, chamado de colostro), transmitida aos filhotes recém nascidos pelos anticorpos contidos nesse primeiro leite , prevenindo então os filhotes contra a doença, até que venham os mesmos atingir idade em que já possam também serem , com eficiência, imunizados com a mesma vacina.
A primeira dose da vacina deve ser aplicada nos filhotes quinze dias após o desmame por volta de 45-60 dias de vida.
Revacinações anuais são também recomendadas , tanto aos filhotes quanto aos animais mais velhos susceptíveis de também virem a contrair a doença .
No caso de alguém, que recentemente tenha perdido um animal pela doença, devido o mesmo haver contaminado o domicílio em que vivia , recomenda-se que um novo cão somente seja trazido para o mesmo ambiente contaminado, após um lapso de tempo que permita não apenas sua imunização como também tempo necessário para que o novo inquilino tenha adquirido a necessária imunidade por vacinas comprovamente eficientes. Desinfecção doméstica ainda é problemática para o vírus causador dessa terrível virose, sendo o vírus da parvovirose altamente resistente , principalmente em ambientes que não recebem Sol diretamente .
Carmello Liberato Thadei Médico Veterinário - CRMV-SP-0442)